Recebeu um número e não sabe se é bom? Aqui está o que cada faixa representa, com a tabela de percentis — e aquilo que o QI simplesmente não consegue medir.
Faça o teste de 20 perguntas e receba o seu QI, percentil e classificação de imediato — sem registo para ver o resultado.
Depois de fazer um teste, o número sozinho diz pouco. Só ganha sentido quando o coloca na escala do QI, onde a média é 100 e cada faixa corresponde a uma fatia da população. A tabela abaixo resume as faixas mais usadas e o percentil aproximado de cada uma.
| Faixa de QI | Classificação | Percentil aproximado |
|---|---|---|
| 130 ou mais | Sobredotação | Topo ~2% (acima de 98%) |
| 120–129 | Superior | Acima de ~91% |
| 110–119 | Acima da média | Acima de ~75% |
| 90–109 | Média | Faixa central |
| 80–89 | Abaixo da média | Acima de ~9% |
| Menos de 80 | Limítrofe | Abaixo de ~9% |
Repare que a maior parte das pessoas fica na faixa central, à volta dos 100. Para ver toda a escala lado a lado, incluindo o limiar da sobredotação, consulte a escala de QI.
O QI é uma medida útil, mas estreita. Avalia bem o raciocínio lógico e a capacidade de resolver problemas abstratos — e ignora várias coisas a que também chamamos "inteligência" no dia a dia.
Entre aquilo que o QI não mede estão a criatividade, a inteligência emocional, a força de vontade, a experiência prática e a competência social. Pessoas com o mesmo QI podem ter percursos completamente diferentes por causa destes fatores. É por isso que um número elevado não garante sucesso, nem um número na média impede uma vida realizada.
Há ainda os limites da própria medição: o cansaço, a pressa e a distração alteram o resultado, e um teste rápido dá uma estimativa, não um relatório clínico. Se quer um número honesto, veja como funciona o teste e faça-o com calma.